- Amor é cego
Cientistas britânicos conseguiram provar que o Amor é realmente cego.
Os sentimentos amorosos podem levar à supressão da actividade nas áreas do cérebro que controlam o pensamento crítico, revelou um estudo publicado na última edição da revista NeuroImage.
A investigação dos especialistas da University College London (UCL)demonstra que quando ficamos próximos de uma pessoa, o cérebro decide que a necessidade de avaliar o seus carácter e personalidade é menor.
Os sentimentos suprimem a actividade neurológica relacionada com a avaliação social crítica dos outros e as emoções negativas.
O fenómeno acontece não só no amor romântico, mas também no amor maternal. A equipa da UCL analisou a actividade cerebral 20 jovens mães quando viam fotos dos seus filhos, de crianças que conheciam e de amigos adultos.
Os padrões de actividade cerebral registados foram muito semelhantes aos já identificados num estudo relativo aos efeitos do amor romântico. Em ambas as investigações as áreas relacionados com o sistema de recompensa do cérebro tinham mais actividade. Quando estas áreas são estimuladas, produz-se um sentimento de euforia, indicam os cientistas.
O que surpreendeu os investigadores em ambos os estudos, foi a revelação de que há uma redução dos níveis de actividade nos sistemas necessários para fazer julgamentos negativos. Um fenómeno muito importante, indicam os especialistas, já tanto o amor romântico como o amor maternal são vitais para a perpetuação da espécie humana.
Em Diario Digital dia 14/6/2004
Futscher
Os sentimentos amorosos podem levar à supressão da actividade nas áreas do cérebro que controlam o pensamento crítico, revelou um estudo publicado na última edição da revista NeuroImage.
A investigação dos especialistas da University College London (UCL)demonstra que quando ficamos próximos de uma pessoa, o cérebro decide que a necessidade de avaliar o seus carácter e personalidade é menor.
Os sentimentos suprimem a actividade neurológica relacionada com a avaliação social crítica dos outros e as emoções negativas.
O fenómeno acontece não só no amor romântico, mas também no amor maternal. A equipa da UCL analisou a actividade cerebral 20 jovens mães quando viam fotos dos seus filhos, de crianças que conheciam e de amigos adultos.
Os padrões de actividade cerebral registados foram muito semelhantes aos já identificados num estudo relativo aos efeitos do amor romântico. Em ambas as investigações as áreas relacionados com o sistema de recompensa do cérebro tinham mais actividade. Quando estas áreas são estimuladas, produz-se um sentimento de euforia, indicam os cientistas.
O que surpreendeu os investigadores em ambos os estudos, foi a revelação de que há uma redução dos níveis de actividade nos sistemas necessários para fazer julgamentos negativos. Um fenómeno muito importante, indicam os especialistas, já tanto o amor romântico como o amor maternal são vitais para a perpetuação da espécie humana.
Em Diario Digital dia 14/6/2004
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